sexta-feira, março 16, 2012

Divulgação: O Voo da Estirpe


A obra: 

Esta obra foi escrita dedicada aos amantes da liberdade ou a quem ainda não a conhece e sonha em alcançar um voo. Não há uma dedicatória em especial, mas somente quem se compatibiliza com o amor, poderá se identificar com a obra. A trama foi escrita em 2004, mas devido a vários percursos e obstáculos pelos quais, passaram a autora, ela apenas foi concluída no ano de 2011. Tratá-se de um romance contemporâneo, dramático, ofegante, escrito através do método intuitivo e narrado em primeira pessoa, direcionado ao público jovem adulto e torna-se livre dentro do inconsciente de quem a lê. Possui algumas nuances de aventura, suspense, intrigas, intimidades e a busca pelo amor na mais profunda acepção da palavra. As orientações contidas no O voo da estirpe é a transformação do ser através da insatisfação com a solidão. 
Clarice se abre de um modo intenso, sem clichês e meias palavras, expondo aos leitores, o que ela faz quando ninguém vê; o que ela sente, quando ninguém consegue admitir nem para si mesmo.  É um livro que fala da vida como é, do ser humano por dentro e por fora, da hipocrisia que cega e mente e do amor em sua extensa acepção. A maior mensagem deste livro é a forma sagrada como o verdadeiro amor tem o dom de modificar, não somente tudo o que há por dentro, mas o mundo a seu redor. É um livro de cunho romântico. Uma apologia à realidade. O leitor se identificará a todo tempo com Clarice e voará com os sonhos desta personagem. O aprendizado com a obra é a abstenção do preconceito e a entrega incondicional ao amor.

A autora: 


Adriana Vargas de Aguiar passou a escrever contos infantis desde que aprendeu a ler. Recebeu incentivo dos pais à leitura e sua infância se deu entre enciclopédias infantis ilustradas enquanto as crianças brincavam no quintal. Aos treze anos escreveu seu primeiro romance. Imaginava estórias que nunca havia vivido e passava sua imaginação para o papel. Esses escritos eram escondidos debaixo do colchão. No ano de 2000, entrou para a academia de Direito pela Universidade UCDB, uma das alunas mais aplicadas do curso. Apaixonada por leitura filosófica, as obras que mais lhe chamaram a atenção foram de Platão, Hanna Arend e Friedrich Nietzsche. Com participação e menções honrosas em vários concursos literários, acredita neste caminho para a escalada dificultosa em um país o qual a leitura é um desafio.
Fundadora e coordenadora do movimento – Clube dos Novos Autores. Luta arduamente ao lado de 30 novos autores pelo espaço de seus livros nas estantes brasileiras.


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1 comentários:

Raquel Miranda disse...

Muito legal esse post, o livro parece ser muito interessante, a capa é bonita também, e fiquei encantada que tendo tanto tempo que ela escreveu e ainda lutou pelo livro.
Beijo sucesso Raquel (Nós e Livros)

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